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Convidamos algumas das mães (e filhos!) mais icônicas aqui do RS para participarem de um editorial diferente. Nesse álbum de família que começamos a construir hoje, o maior item de produção é o afeto. Não importa se os filhos são bichos de estimação, se ainda estão na barriga ou se já saíram dela há muito tempo. Ser mãe tem vários níveis e a gente comprova aqui.

Sem maquiagem, produção de moda, nada disso. O amor é o elemento mais vida real que pudemos retratar para vocês e “vida real” resume a energia das fotos que vocês veem a seguir: Mães e filhos como eles são, no seu cantinho, sendo eles mesmos!

Confiram aqui no Portal, até domingo, a nossa produção feita toda na vibe Dia das Mães – com muito sorriso e muito carinho!

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45 dias de puro amor
Ao entrar no apartamento da jornalista Patrícia Pontalti só conseguíamos sentir energia positiva no ar. As mulheres tem esse poder, essa força. E ali, naquele ambiente, haviam quatro delas. De costas, sentada no sofá amamentando a pequena Clara, Pati estava completa.

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 Pati brincou que “nunca estamos prontas para a maternidade” e que apesar de ser a maior loucura de todas que ela já viveu, já é também o amor mais inexplicável de todos que ela já sentiu.
 
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De olho na câmera: nos surpreendeu a serenidade e a calma de Clara durante toda a nossa visita. Porém, mais do que isso, a disposição frente às câmeras e aos estranhos – com direito a sorriso e olhar na lente.

 

A força feminina que energizava a casa não estava só naquela recente mãe e “pacotinho” de 45 dias de vida. Ao lado delas, no “backstage” da nossa produção (e da vida), a tia e a mãe de Pati, vindas de Caxias, estiveram a postos durante cada palavra da nossa conversa e cada clique do nosso fotógrafo. Mas dessa vez elas optaram por deixar os holofotes do dia das mães só com Pati e Clara!

O amor que começou há mais de 10 meses só cresce. Mas não é por isso que Pati se tornou uma daquelas mães grudentas! “Eu não me incomodo em deixar ela com a minha mãe caso seja necessário”, garante ela. Posturas como essa vem para que a-Clara-do-futuro não precise depender de ninguém, ou estar sempre sob a saia da mãe. Para que ela possa ser uma mulher bem resolvida e sem frescuras: “quero que ela seja que nem eu”.

A gente tem certeza de que ela já está nesse caminho, começando pela boca – linda e igualzinha à da mãe.

Parabéns para a Pati e para todas as mães que já ensinam os filhos sobre a vida, mesmo quando eles ainda mal podem entender!

Direção, Conceito e Produção: Gabriela Casartelli
Fotografia: Rodrigo Meurer/Rodrigo Meurer Photography